terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Ter uma deficiência é, certamente, um drama pessoal, mas isso não significa que essas pessoas são incapazes. Em geral, deficientes costumam ter a maior parte de suas habilidades, mentais ou físicas, absolutamente normais. São capazes, portanto, de desempenhar atividades no mesmo nível de uma pessoa sem deficiência, sem nenhum prejuízo. É só não querer que eles desempenhem uma atividade que vá diretamente de encontro à sua deficiência.
No entanto, pessoas com deficiência podem ter problemas para entrar no mercado de trabalho, pois muitas vezes os recrutadores podem ter a impressão de que elas são menos capazes. Para melhorar a aceitação das pessoas com deficiência no mercado de trabalho, foi criada a Lei nº 8.213 de 24 de julho de 1991. O artigo 93 da lei exige que certo percentual do número de vagas de qualquer empresa seja preenchido por deficientes.
Os números mostram que o mercado de trabalho para deficientes está em expansão. Mas será que existe mesmo mercado para todos os portadores de deficiência? É algo difícil de responder. A justificativa de que falta qualificação costuma ser dada para o mercado em geral. Mas sabemos que a demanda existe e, portanto, vale aqui a mesma regra para todos, deficientes ou não: é necessário buscar, se aperfeiçoar e se especializar. No fim das contas, é isso que vai tornar mais fácil e mais rentável o trabalho.
O Nosso Centro de Proteção Social para Pessoas com Deficiência – Campos para Todos – Cuidando para que essa desigualdade diminua, oferece aos usuários portadores de necessidades especiais encaminhamento para o mercado de trabalho, um acordo junto com a SMTR - Secretaria Municipal de Trabalho e Renda que oferece várias vagas para Portadores de Necessidades Especiais (PNE)
O Serviço de Proteção Social para Pessoas com Deficiência está localizado na Praça da República, atrás da nova Rodoviária Roberto Silveira, no Centro da cidade, e realiza atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
Confira as vagas em: http://www.smtr.campos.rj.gov.br./
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Uma realidade cada vez mais perto . Pessoas com algum tipo
de deficiência estão presentes em nossa rotina, e o mundo esta se adaptando cada vez mais para receber em condições
favoráveis, não é em vão que a indústria automobilística esta investindo em Carros Adaptados e a procura vêm crescendo cada
dia mais, por isso muitas concessionárias estão investindo em ambientes
adaptados para receber esse tipo de cliente com instalações mais modernas e
propícias.
O Nosso Serviço de Proteção Social para Pessoas com Deficiência
– Campos para Todos - disponibiliza para os atendimentos aos usuários uma van
adaptada, para facilitar os atendimentos em nosso núcleo ou nas visitações.
O Serviço de Proteção Social para Pessoas com Deficiência está localizado na
Praça da República, atrás da nova Rodoviária Roberto Silveira, no Centro da
cidade, e realiza atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
As Paraolimpíadas de Verão de 2012 serão os 14ºs Jogos Paraolímpicos a
serem realizados, entre 29 de Agosto de 2012 e 9 de Setembro de 2012.
Os Jogos serão realizados em Londres,na Grã Bretanha depois da escolha
da cidade para sediar os Jogos Paraolímpicos e Olímpicos de Verão de
2012.
No relatório de avaliação, o Comitê Olímpico Internacional (COI) afirmou que "Como berço do esporte paraolímpico, a capacidade do mesmo na Grã Bretanha está entre os melhores no mundo."
Apesar de os Jogos Olímpicos de 2012 serem a terceira edição das Olimpíadas realizadas na cidade,esta será a primeira edição que dos Jogos Paraolímpicos na cidade,mas a segunda realizada no país.Em 1984 a cidade de Stoke Mandeville sediou os Jogos Paraolímpicos junto com Nova York.
Os jogos irão incluir atletas com diversas deficiências físicas e sensoriais, tal como paralisia cerebral, amputações e cegueira. Esta será a primeira vez desde 2000, aonde os deficientes mentais irão retornar aos Jogos.
Os Jogos Paraolímpicos são o maior evento esportivo voltado para pessoas com deficiência no mundo.[1] Realizados pela primeira vez em 1960 na cidade de Roma, Itália, têm sua origem em Stoke Mandeville, na Inglaterra, onde ocorreram as primeiras competições esportivas para deficientes físicos, como forma de reabilitar militares atingidos na Segunda Guerra Mundial.
O sucesso das primeiras competições proporcionou um rápido crescimento ao movimento paraolímpico, que em 1976 já contava com quarenta países. Neste mesmo ano foi realizada a primeira edição dos Jogos de Inverno, levando a mais pessoas deficientes a possibilidade de praticar esportes em alto nível. Os Jogos de Seul, em 1988, representam um marco para o evento, já que pela primeira vez os comitês organizadores dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos trabalharam juntos. O apoio do Comitê Olímpico Internacional proporcionou a fundação, em 1989, do Comitê Paraolímpico Internacional. Desde então os dois órgãos desenvolvem ações conjuntas visando ao desenvolvimento do esporte para deficientes.
Vinte e oito esportes compõem o programa dos Jogos Paraolímpicos, sendo que vinte e cinco já foram disputados, dois estrearão na edição de 2016 e um não tem previsão de ser incluído. Além de modalidades adaptadas, como atletismo, natação, basquetebol, tênis de mesa, esqui alpino e curling, há esportes disputados exclusivamente por deficientes, como bocha, goalball e futebol de cinco. Ao longo da história, diversos atletas com deficiência física participaram de edições dos Jogos Olímpicos, tendo conseguido resultados expressivos. O único caso registrado de atleta profissional que fez o caminho inverso, ou seja, competiu primeiro em Jogos Olímpicos e depois em Jogos Paraolímpicos, é o do esgrimista húngaro Pál Szekeres, que conquistou uma medalha de bronze em 1988 e, após os Jogos, sofreu um acidente que o deixou paraplégico. Szekeres já participou de cinco Jogos Paraolímpicos.
O Brasil tem conseguido destaque nas últimas edições dos Jogos Paraolímpicos. O país estreou em 1976 e conquistou sua primeira medalha na edição seguinte. Em 2008, pela primeira vez encerrou uma edição entre os dez primeiros no quadro de medalhas, ficando em nono lugar com 47 medalhas. Os nadadores Clodoaldo Silva e Daniel Dias e os corredores Lucas Prado, Ádria Santos e Terezinha Guilhermina são alguns dos destaques paraesportivos do país.[2] Portugal também tem obtido bons resultados, com destaque para a natação e a bocha, que deram seis das sete medalhas do país em 2008.[3] Angola compete apenas desde 1996, mas já conquistou seis medalhas, todas no atletismo.[4] Cabo Verde e Timor Leste também já participaram de Jogos Paraolímpicos, mas nunca ganharam medalhas.
Fonte:
No relatório de avaliação, o Comitê Olímpico Internacional (COI) afirmou que "Como berço do esporte paraolímpico, a capacidade do mesmo na Grã Bretanha está entre os melhores no mundo."
Apesar de os Jogos Olímpicos de 2012 serem a terceira edição das Olimpíadas realizadas na cidade,esta será a primeira edição que dos Jogos Paraolímpicos na cidade,mas a segunda realizada no país.Em 1984 a cidade de Stoke Mandeville sediou os Jogos Paraolímpicos junto com Nova York.
Os jogos irão incluir atletas com diversas deficiências físicas e sensoriais, tal como paralisia cerebral, amputações e cegueira. Esta será a primeira vez desde 2000, aonde os deficientes mentais irão retornar aos Jogos.
Os Jogos Paraolímpicos são o maior evento esportivo voltado para pessoas com deficiência no mundo.[1] Realizados pela primeira vez em 1960 na cidade de Roma, Itália, têm sua origem em Stoke Mandeville, na Inglaterra, onde ocorreram as primeiras competições esportivas para deficientes físicos, como forma de reabilitar militares atingidos na Segunda Guerra Mundial.
O sucesso das primeiras competições proporcionou um rápido crescimento ao movimento paraolímpico, que em 1976 já contava com quarenta países. Neste mesmo ano foi realizada a primeira edição dos Jogos de Inverno, levando a mais pessoas deficientes a possibilidade de praticar esportes em alto nível. Os Jogos de Seul, em 1988, representam um marco para o evento, já que pela primeira vez os comitês organizadores dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos trabalharam juntos. O apoio do Comitê Olímpico Internacional proporcionou a fundação, em 1989, do Comitê Paraolímpico Internacional. Desde então os dois órgãos desenvolvem ações conjuntas visando ao desenvolvimento do esporte para deficientes.
Vinte e oito esportes compõem o programa dos Jogos Paraolímpicos, sendo que vinte e cinco já foram disputados, dois estrearão na edição de 2016 e um não tem previsão de ser incluído. Além de modalidades adaptadas, como atletismo, natação, basquetebol, tênis de mesa, esqui alpino e curling, há esportes disputados exclusivamente por deficientes, como bocha, goalball e futebol de cinco. Ao longo da história, diversos atletas com deficiência física participaram de edições dos Jogos Olímpicos, tendo conseguido resultados expressivos. O único caso registrado de atleta profissional que fez o caminho inverso, ou seja, competiu primeiro em Jogos Olímpicos e depois em Jogos Paraolímpicos, é o do esgrimista húngaro Pál Szekeres, que conquistou uma medalha de bronze em 1988 e, após os Jogos, sofreu um acidente que o deixou paraplégico. Szekeres já participou de cinco Jogos Paraolímpicos.
O Brasil tem conseguido destaque nas últimas edições dos Jogos Paraolímpicos. O país estreou em 1976 e conquistou sua primeira medalha na edição seguinte. Em 2008, pela primeira vez encerrou uma edição entre os dez primeiros no quadro de medalhas, ficando em nono lugar com 47 medalhas. Os nadadores Clodoaldo Silva e Daniel Dias e os corredores Lucas Prado, Ádria Santos e Terezinha Guilhermina são alguns dos destaques paraesportivos do país.[2] Portugal também tem obtido bons resultados, com destaque para a natação e a bocha, que deram seis das sete medalhas do país em 2008.[3] Angola compete apenas desde 1996, mas já conquistou seis medalhas, todas no atletismo.[4] Cabo Verde e Timor Leste também já participaram de Jogos Paraolímpicos, mas nunca ganharam medalhas.
Fonte:
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
É trabalhoso lidar com o diferente, abrir portas e quebrar fronteiras quando vivemos ainda em um mundo preconceituoso. Nem todos estão aptos e de mente aberta para aceitar e saber viver com as diferenças do outro.
Para o portador de necessidades especiais também não é fácil ser integrado na sociedade, pois a cada dia é uma nova dificuldade, seja de locomoção, de preconceito do outro para consigo ou até mesmo as suas próprias limitações, que já são uma grande barreira para eles.
O nosso Serviço de Proteção Social para Pessoas com Deficiência - Campos para Todos - está apto a trabalhar e auxiliar os portadores de necessidades especiais. Nossa equipe formada por psicólogo, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, professores e monitores desempenham um papel importante junto ao usuário e a família, direcionado também nosso trabalho para a orientação e conscientização acerca das reais necessidades dos portadores de necessidades especiais.
Também faz parte de nossa atribuição a conscientização da sociedade, e da efetiva aceitação do portador de necessidades especiais.
O Serviço de Proteção Social para Pessoas com Deficiência está localizado na Praça da República, atrás da nova Rodoviária Roberto Silveira, no Centro da cidade, e realiza atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Todos sabem que a prática de atividades físicas é de grande eficácia para a promoção da saúde e bem-estar, não diferente para pessoas portadoras de deficiências ou mobilidade reduzida.
O nosso Serviço de Proteção Social para Pessoas com Deficiência - Campos para Todos - tem como principal atendimento, as aulas de Ed. Física, que possibilita ao usuário todos os benefícios que os exercícios físicos trazem para a melhoria do corpo.
Quanto mais exercícios físicos fizerem mais o corpo corresponde e o retorno será uma vida saudável, independente e prazerosa. Mesmo aqueles que precisem de auxílio para realizar exercícios, devem ter sempre em mente que ele é o responsável pelos cuidados com seu corpo.
Independentemente da modalidade escolhida é essencial fazer sempre algo que goste e que dê prazer ao realizá-lo.
A prática de atividades físicas pelos portadores de deficiência proporcionará e poderá:
*estimular a independência e autonomia;
*melhorar a socialização com outros grupos;
*melhorar a auto-valorização, a auto-estima e a auto-imagem;
*a melhoria das funções organo-funcionais (aparelho circulatório, respiratório, digestivo, reprodutor e excretor);
*melhoria na força e resistência muscular global;
*melhora no equilíbrio estático e dinâmico;
*manutenção e promoção da saúde;
*desenvolvimento de habilidades motoras e funcionais para melhor realização das atividades de vida diária;
*aprimoramento da coordenação motora global;
*superação de situações de frustração;
*experiência com suas possibilidades, potencialidades e limitações.
O Serviço de Proteção Social para Pessoas com Deficiência está localizado na Praça da
República, atrás da nova Rodoviária Roberto Silveira, no Centro da cidade, e
realiza atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
O Serviço de Proteção Para Pessoas com Deficiência – Campos Para Todos – oferece para pessoas com deficiência cursos de informática, que tem como objetivo capacitá-las para que elas conheçam e entendam como o computador pode ajudar a melhorar a qualidade de vida e facilitar o acesso a bens e serviços a distância.
O avanço da tecnologia tem nos proporcionado dimensionar novos rumos para a inclusão social de pessoas com deficiências, aumentando suas habilidades, capacidades funcionais e estimulando essas pessoas em vários níveis funcionais.
O Serviço de Proteção Social para Pessoas com Deficiência está localizado na Praça da República, atrás da nova Rodoviária Roberto Silveira, no Centro da cidade, e realiza atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
A Biblioteca Municipal Nilo Peçanha estreitou a parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos ao ser convidada a se tornar uma “Biblioteca Amiga do Leitor com Deficiência Visual”. O diretor Maurício Xexéo recebeu um adesivo alusivo para divulgar a participação do projeto voltado ao estímulo à leitura e que tem o objetivo como ampliação do acesso às crianças, jovens e adultos com deficiência visual às fontes de informação, cultura e educação através dos livros.
Segundo Xexéo, a Biblioteca Nilo Peçanha recebeu um kit com cinco áudios-livros e uma cartilha de capacitação para contribuir com o acervo acessível e orientá-lo sobre a incentivar o acesso do leitor com deficiência visual. “Essa parceria nos coloca no roteiro nacional e internacional que tem capacidade de receber deficientes visuais e com baixa visão, além de abrir a porta do conhecimento para quem tem deficiência visual”, comentou.
Os cinco livros falados são: “O Cortiço”, de Aluísio Azevedo, “Memórias de Um Sargento de Milícias”, de Manuel Antônio de Almeida, “Capitães de Areia”, de Jorge Amado, “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, e “A Cidade Ilhada”, do autor Milton Hatoum.
“O nosso espaço braile dispõe de cerca de 300 títulos em áudios-livros, um sofá que foi doado pelos funcionários da Biblioteca Nilo Peçanha, oferecendo mais comodidade aos deficientes visuais, uma mesa de apoio para leituras e reglete para a escrita em braile, além do fácil acesso a audioteca”, pontuou. O espaço braile funciona no Palácio da Cultura, das 8h às 17h.
Fonte: http://www.campos.rj.gov.br
Assinar:
Postagens (Atom)



